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O Orelha e a escola!

02 | 03 | 2026
Fala Diretora
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O Orelha e a escola!

O ser humano nasce para ensinar e aprender! Vivemos para isso! Todos nós somos, a um tempo, professores e alunos na escola de nossa existência!
Tudo se ensina e tudo se aprende a cada segundo!
Há, sem sombra de dúvidas, os aprendizados dirigidos e necessários para nosso desenvolvimento como pessoa, como cidadão, como profissional e por aí vai!
Na escola formal, desde cedo os conteúdos vão sendo dirigidos para uma formação desejada e planejada.
Há o currículo projetado pelas leis educacionais vigentes, há o chamado currículo oculto ( que por trás de ensinamentos forma e reforma conceitos, habilidades e mentalidades) e há também algo que não é bem um currículo mas são doses de bem viver como pessoa; crescer na generosidade e no bem!
As professoras da educação infantil se esmeram em mostrar aos pequeninos que o respeito é um conceito guarda-chuva que engloba praticamente todas as ações necessárias para uma vida plena e feliz para si e para o outro.
O amor e o respeito à natureza e ao meio ambiente são ensinados desde os primeiros anos escolares e seguem até o final do ensino básico.
Dentro do amor à natureza os pequenos conhecem os animais em geral; aqueles que podem viver em casas e os demais que estão em seu habitat natural.
Os aluninhos começam a conhecer também os que estão infelizmente em extinção.
As escolas promovem dias nos quais os garotos podem trazer seus bichinhos de estimação e exibi-los orgulhosamente para os colegas.
Há também, durante festividades escolares, a presença de entidades convidadas que se dedicam a cuidar e encontrar quem deseje adotar um bichinho.
As crianças literalmente enlouquecem (também enlouquecem as famílias) e imploram aos pais que adotem esse ou aquele gatinho malhado, ou aquele cachorrinho com carinha de pidão!
Fazer florescer o amor e o respeito aos animais é norma dentro de todas as escolas do mundo!
Para nossa dor incomensurável fomos torturados com o episódio funesto no qual um cãozinho comunitário numa praia de Santa Catarina sofreu covardes agressões que culminaram com seu falecimento.
Pensar que os autores das agressões podem provavelmente ter sido jovens, torna o fato ainda mais doloroso, pois eles, caso provem ser os culpados, deveriam ter sido, com toda a certeza, incentivados a amar e respeitar todo tipo de vida no nosso planeta.
Quem tiver ouvidos, ouça sempre o clamor dos que não conseguem se defender a contento das pauladas da vida e os ajudem a não ser manchetes de jornal! Viver bem é também respeitar!

Sonia Regina P. G. Pinheiro

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